O Rio Grande do Norte fica de fora das estatísticas do Ministério do Trabalho sobre ações de fiscalização e combate ao trabalho análogo ao de escravo no país. De acordo com divulgação do Ministério, nesta sexta-feira, 26, foram realizadas 184 dessas ações no Brasil que resultaram no resgate de 407 trabalhadores.
Segundo o Ministério, os trabalhadores resgatados em 2017 foram submetidos a situações como trabalho forçado; jornada exaustiva; condição degradante de trabalho; restrição, por qualquer meio, de locomoção em razão de dívida contraída com empregador ou preposto, no momento da contratação ou no curso do contrato de trabalho; retenção no local de trabalho em razão de cerceamento do uso de qualquer meio de transporte; manutenção de vigilância ostensiva e apoderamento de documentos ou objetos pessoais.
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