Jean Todt, presidente da Federação Internacional de Automobilismo, acredita que chegou a hora de acabar com um dos privilégios da Ferrari na F1. De acordo com Todt, o poder de veto dos italianos à propostas de novas regras da F1 pertence ao passado e deveria ser descartada. Todt acredita que o veto fazia sentido em uma época de Ferrari isolada como uma das poucas equipes não sediadas no Reino Unido, na década de 1980. Na atualidade, a história é outra.
“Esse veto é da época do Enzo Ferrari, quando ele estava isolado em Maranello”, recordou Todt, ex-chefe de equipe da Ferrari na F1. “Era a única equipe que fornecia motor e chassi, enquanto outras eram todas parceiras da Ford. Naquela época, por estar distante daquilo que a gente pode chamar de Vale do Silício do automobilismo, eles precisavam de uma proteção. Essa é a história do veto. Pessoalmente, sinto que não sou a favor disso. Os tempos mudaram”, opinou.