El papa Francisco toca su crucifijo mientras lo conducen a través de la multitud durante su audiencia general inaugural, en la Plaza de San Pedro, en el Vaticano, el miércoles 27 de marzo de 2013. Francisco pidió el miércoles que se ponga fin a la violencia y los saqueos relacionados con el golpe de estado del fin de semana en la República Centroafricana, en su primera apelación de ese tipo por la paz desde que se convirtió en papa. (AP foto/Andrew Medichini)O papa Francisco participa nesta terça-feira (20), na cidade italiana de Assis, em Perugia do Encontro Interreligioso pela Paz com mais de 500 líderes de nove diferentes religiões. Além do compromisso com os religiosos, Francisco almoçará com um grupo de 25 refugiados que moram na região e são assistidos tanto pela Comunidade de Santo Egídio, que organiza o evento, bem como por entidades religiosas locais.

Antes de partir para o encontro, o pontífice rezou a tradicional missa de Santa Marta e afirmou que o momento vivido em Assis “não é um espetáculo”, mas simplesmente um ato “para rezar pela paz. “Hoje, o mundo terá seu centro em Assis, para um dia de orações, penitência e pedidos, porque o mundo está em guerra. Deus, pai de todos, cristãos ou não, quer a paz. Não existe um deus de guerra, quem faz isso é o diabo. Rezemos para o Senhor a fim de que nos dê um coração de paz, além das divisões religiosas, porque todos somos filhos de Deus”, disse o líder católico.

Francisco classificou as guerras de “vergonha” e disse que iria a Assis “sem fechar os ouvidos” para o grito de dor de quem está sofrendo. Ele fez ainda um pedido a “todos os bispos do mundo”, convidando os “católicos, cristãos, crentes e todos os homens e mulheres de boa vontade, de qualquer religião, para rezar pela paz”, porque “o mundo está em guerra e sofre”.