A regra mais conhecida do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é: só pode preencher o cartão de respostas com caneta de cor preta e tubo transparente. Mesmo assim, muitos candidatos acabam chegando ao local de provas sem uma delas, e precisam dar um jeito de conseguir de última hora. A saída, em muitos casos, são os vendedores ambulantes, que levam o produto junto com água, chocolates e chicletes.
Segundo levantamento feito pela imprensa neste sábado em São Paulo, Rio, Recife, Belém, Campo Grande, Salvador, Maceió, São Luís,Teresina, Aracaju, Curitiba e em Brasília, o preço da caneta preta não varia muito, mas chega a custar quatro vezes o valor pago pelos candidatos que se prepararam com antecedência e compraram o item na papelaria.
O preço mais alto encontrado pela reportagem foi no Paraná, onde o item saía por R$ 4. Nas cidades pesquisadas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país, o preço médio cobrado na porta dos locais de prova era de R$ 2.
