Enquanto as autoridades investigam o acidente com o avião da Chapecoense, na última terça-feira, na Colômbia, o jornal El Tiempo estimou as causas que fizeram o piloto Miguel Quiroga, que também era sócio da empresa aérea LaMia, optar por não pousar para reabastecimento depois de decolar na Bolívia.
Por falta de combustível, a aeronave acabou caindo a poucos quilômetros do aeroporto em que pousaria, nas cercanias de Medellín, vitimando mais de 70 pessoas. Segundo órgãos oficiais, predominou a “mentalidade de empresário sobre o instinto de piloto”.
De acordo com especialistas da FAA (Administração Federal de Aviação) dos Estados Unidos consultados pelo diário, US$ 5 mil (cerca de R$ 17,3 mil) teriam bastado à LaMia para cobrir o valor de uma parada técnica para reabastecimento na capital Bogotá.