Ricardo Teixeira, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), entrou na alça de mira da Justiça da França. Ele é suspeito de ter participado de um esquema de compra de votos para o Catar sediar a Copa de 2022 e teve uma conta bancária identificada por procuradores no banco Pasche, em Mônaco, com US$ 22 milhões (R$ 71,1 milhões). Teixeira foi procurado pelo Estado, mas não se pronunciou.
O banco Pasche, uma filial do banco francês Crédit Mutuel, é suspeita de participação em lavagem de dinheiro e alvo de investigação judicial no principado. Assim, Teixeira se junta a Carlos Arthur Nuzman, ex-presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), entre os investigados pelos procuradores franceses.
O ex-presidente da CBF aparece de forma indireta em investigação em curso no Ministério Público Financeiro de Paris sobre a suspeita de desvio de verbas na aquisição de companhias francesas. Esta apuração resvalou em outra, realizada na Suíça, sobre compra de votos para o Catar sediar a Copa de 2022 e com isso Teixeira se tornou alvo.
0 Comentários