A adesão dos professores da rede particular à greve geral contra as reformas da Previdência e trabalhista causou divergências nas escolas entre pais, direção e funcionários. Em alguns colégios foi aprovada a paralisação na sexta-feira, e, em outros, um dia de debates sobre o assunto com os alunos.

Segundo o Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP), cerca de 100 colégios da capital – de 4,5 mil unidades – confirmaram a greve. No RN, funcionários públicos garantem a paralisação dos serviços e grande parte de escolas particulares também.