A Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes) aceitou assinar o termo de acordo com o governo federal que assegura o reajuste aos professores da instituições federais de ensino superior. O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino (Andes) e o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Tecnológica (Sinasefe) não aceitaram a proposta. A greve foi iniciada em 17 de maio. Do total de 59 universidades, 57 aderiram à paralisação, além dos 37 institutos, centros de educação tecnológica e o Colégio Pedro II.
A decisão significa que as instituições ligadas ao Proifes devem encerrar a greve, enquanto as demais, ligadas ao Andes e Sinasefe, que representam a maioria, mantêm a paralisação.
O comunicado foi feito nesta quarta-feira (1º) à noite pelo secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, após reunião com as três entidades que representam os docentes, realizada em Brasília.