Há seis meses, uma indústria de Londrina, no interior do Paraná, decidiu investir em nanotecnologia: inseriu microcápsulas de citronela, um repelente natural de insetos, no tecido utilizado na sua linha de roupas, luvas, gorros e sapatos para bebês.
Deu certo. Os pedidos de pais, mães e gestantes assustados com a epidemia de zika, dengue e chigunkunya, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, têm extrapolado a capacidade de produção da empresa, de 20 mil unidades por mês.
Hoje, existe até fila de espera, e a linha de produção foi ajustada para priorizar as peças com repelente. A indústria abastece 2.500 pontos de vendas em todos os Estados do Brasil, dos quais 16 são lojas próprias.
