Do começo do ano até o final de abril, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha pago R$ 3,4 bilhões de emendas. No mês de maio, abriu o cofre e pagou mais R$ 9,4 bilhões. Ainda assim, teve derrotas no Congresso durante o mês e piorou sua taxa de governismo (percentual de votos que seguem a orientação do governo) entre os deputados.

O fenômeno destoa do que aconteceu em 2023, quando o empenho recorde de emendas às vésperas da votação da Reforma Tributária foi seguido por um aumento no governismo que se sustentou e se ampliou nos meses seguintes.

Em julho de 2023, o governo teve uma alta de 5 pontos percentuais na taxa de governismo dos deputados aliados depois de ter feito empenho recorde de R$ 8,6 bilhões de emendas às vésperas da votação da Reforma Tributária.