A BRF, conglomerado alimentício que inclui as marcas Sadia, Perdigão e Qualy, afirmou em nota neste sábado (18), que a sua unidade de produção de carne de frango e peru na cidade goiana de Mineiros, fechada pelo Ministério da Agricultura após a Operação Carne Fraca da Polícia Federal, responde por menos de 5% da produção da companhia e negou a utilização de papelão em seus produtos.
Em longo comunicado à imprensa, a companhia disse ainda que a fábrica interditada possui três certificações internacionais e “está habilitada para exportar para os mais exigentes mercados do mundo, como Canadá, União Europeia, Rússia e Japão”.
Sobre a suposta inclusão de papelão em produtos da companhia, apontada em gravação telefônica feita pela Polícia Federal, a BRF disse se tratar de “um grande mal-entendido na interpretação do áudio capturado”.