NOVOS MINISTROS

A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta sexta-feira (2) a reforma ministerial do governo, com eliminação de 8 das 39 pastas por meio de fusão e eliminação de ministérios, medidas de enxugamento da máquina administrativa e redução em 10% do próprio salário, do vice e dos ministros (de R$ 30.934,70 para R$ 27.841,23). No total, nove partidos controlam 23 ministérios – nos casos dos outros oito, os ministros não têm filiação partidária.

Com o novo arranjo do governo, a pasta de Assuntos Estratégicos foi extinta; Relações Institucionais, Secretaria Geral, Gabinete de Segurança Institucional, Micro e Pequena Empresa foram incorporadas ao novo ministério intitulado Secretaria de Governo; Pesca foi incorporada a Agricultura; Previdência e Trabalho se fundiram em um único ministério, assim como Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.

O principal objetivo da reforma é assegurar a governabilidade, com a formação de uma nova base de apoio partidário no Congresso, a fim de o governo obter maioria parlamentar, evitar as derrotas que vinha sofrendo e conseguir a aprovação das matérias de seu interesse na Câmara e no Senado.

A presidente anunciou os nomes de dez ministros novos ou que mudaram de pasta:

– Casa Civil: Jaques Wagner (PT)

– Ciência e Tecnologia: Celso Pansera (PMDB)

– Comunicações: André Figueiredo (PDT)

– Defesa: Aldo Rebelo (PCdoB)

– Educação: Aloizio Mercadante (PT)

– Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos: Nilma Lino Gomes (sem partido)

– Portos: Helder Barbalho (PMDB)

– Saúde: Marcelo Castro (PMDB)

– Secretaria de Governo: Ricardo Berzoini (PT)

– Trabalho e Previdência: Miguel Rossetto (PT)