De 2000 para 2010 as regiões metropolitanas com índices socioeconômicos mais baixos avançaram mais, já as que apresentavam os melhores percentuais cresceram menos. Resultado: em 10 anos, a desigualdade entre as 16 regiões metropolitanas do país diminuiu. 

Os dados constam no Atlas do Desenvolvimento Humano, divulgado na manhã desta terça-feira. Foram analisadas as regiões metropolitanas de Belém, Belo Horizonte, Cuiabá, Curitiba, Distrito Federal e Entorno, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo e Vitória (onde está concentrada quase 50% da população brasileira). 

A análise leva em conta o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Este índice varia entre 0 a 1: quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano de um Estado, município ou região metropolitana. Para o cálculo leva-se em conta três fatores: expectativa de vida, renda per capita e acesso ao conhecimento, que considera a escolaridade da população adulta e o fluxo escolar da população jovem.