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A morte do jornalista Ticiano Duarte, vítima de um infarto fulminante na noite de sexta-feira (07), provocou homenagens das mais diversas à memória do intelectual, advogado e professor. Do Senado ao Ministério, passando pelos colegas de jornalismo, inúmeras foram as palavras em nome da trajetória do escritor da Academia Norte-Riograndense de Letras.

O senador e ex-ministro Garibaldi Alves (PMDB) destacou a coragem de Ticiano Duarte na direção de redação da Tribuna do Norte, em plena ditadura militar e relembrou a amizade cultivada ainda na juventude.

“Sempre defensor das liberdades e das instituições democráticas. Conheci Ticiano Duarte ainda na infância, na década de 60, quando ele fundou junto com Aluízio Alves a Cruzada da Esperança (…) O Rio Grande do Norte fica mais pobre”, afirma.

O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, em tom ainda mais próximo do escritor, destacou a amizade e o caráter do “imortal” da Academia Norte-Riograndense. “Partiu nosso Ticiano. Amigo de fé, irmão camarada. Caráter e coragem foram as suas expressões na Tribuna do Norte, no PMDB, na vida, nas amizades”, destacou.