Em entrevista nesta quinta-feira (20), ao programa “Hora do Povo” da 106 FM, o ex-deputado, Álvaro Dias (PMDB), disse que o seu partido, ainda não decidiu quem vai ser o candidato do partido ao governo do estado, o que deve ocorrer em abril, mais próximo da convenção da legenda. Os nomes postos na mesa, são o do ex-ministro Fernando Bezerra, além dos nomes citados pela base partidária, Garibaldi Filho ou Henrique Eduardo.

Sobre as alianças para a eleição de 2014, Álvaro afirmou que o partido ainda não tem a questão fechada. Há um indicativo levado para a Executiva do PMDB, durante a consulta feita, quando mais de 50 prefeitos, disseram preferir o nome da ex-governadora Wilma de Faria (PSB), como candidata ao senado, para receber o apoio do partido. Wilma tem deixado claro, que sua decisão sobre qual cargo disputará na eleição deste ano, somente será tomada nos meados de abril. Hoje, as bases do PMDB e do PSB, são desejosas que aconteça essa união.

De acordo com o ex-deputado Álvaro Dias “o que existe de concreto é a consulta feita pela Executiva do PMDB, junto as suas lideranças com um indicativo formulado pela grande maioria das lideranças peemedebistas, que preferem o nome de Wilma“. Indagado sobre se existe uma decisão definitiva sobre o assunto, Álvaro afirnou que “o que existe até agora é apenas esse indicativo tirado  após ampla consulta feita as bases do PMDB, que decidiram em favor de um possível apoio do partido ao nome de Wilma para o senado.” – afirmou o ex deputado.

Ainda na entrevista, Álvaro voltou a defender o nome do deputado federal Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara dos Deputados, como o melhor nome para concorrer ao governo do estado, como candidato do PMDB.  Álvaro Dias enfatizou que “Henrique com a experiencia adquirida ao longo da sua vida pública, vive o seu melhor momento na política nacional, com livre transito em Brasília e com todas as condições necessárias para encaminhar projetos importantes e a viabilizar a vinda de recursos para desenvolver o Rio Grande do Norte, dai a insistência em defender o seu nome como o melhor, para administrar o estado nos próxinos quatro anos“.