No Rio Grande do Norte, há 271.634 pequenos negócios, sendo 209.273 no Simples Nacional

Microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) têm até 30 de janeiro para solicitar a adesão ao Simples Nacional em 2026. Para empresas em atividade, o pedido deve ser feito exclusivamente em janeiro e, se aprovado, terá efeito retroativo a 1º de janeiro. Para novos negócios, desde 1º de dezembro de 2025 a opção pelo Simples deve ser feita simultaneamente à inscrição do CNPJ, devido à implantação do Módulo Administração Tributária (MAT).

Na visão de Roza Diniz, gestora contábil e fiscal da Rui Cadete Consultores Associados, o regime é vantajoso para os empreendedores. “Com o Simples Nacional, as empresas concentram todos os tributos em uma única guia. Além disso, a carga tributária para algumas empresas, dependendo do seu ramo de atividade, é menor no Simples”, diz a contadora.

O Simples Nacional também “diminui o volume de obrigações para a gestão fiscal das empresas”, ela explica. Segundo Diniz, a orientação de um contador é importante para verificar tanto se a adesão ao Simples Nacional será benéfica para a empresa como para avaliar se há formas de pagar menos impostos em outra forma de tributação.