A construtora Delta decidiu deixar o consórcio Maracanâ 2014, responsável pela reforma, para a Copa do Mundo, do estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.
A empresa é investigada pela Polícia Federal por supostos vínculos com o bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso em fevereiro na Operação Monte Carlo, da PF. Ele é apontado como chefe de uma quadrilha que explorava o jogo ilegal em Goiás.
A empresa alegou falta de condições financeiras para continuar integrando o consórcio responsável pela obra do Maracanã, orçada em R$ 859 milhões.