elino julião“Elino não deixava de viver os sonhos dele por mulher nenhuma”. A frase é de Dona Veneranda, companheira de Elino Julião desde a década de 70, entre idas e vindas. Hoje é dela a responsabilidade de preservar todo o acervo físico e imaterial do cantor e compositor nascido no município de Timbaúba dos Batistas, década de 30, e que a partir de então não demorou muito para conquistar a música popular brasileira.

Nesta quinta-feira às 20h, Elino e as várias fases de sua vida serão recontadas no palco do Teatro Riachuelo, dentro do projeto “Morada da Memória”, patrocinado pelo Morada da Paz (Grupo Vila), que vai reunir, em um grandioso concerto, o balanço das composições de Elino ao rigor da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte (OSRN). A entrada é gratuita.

Dona Veneranda está no local onde Elino está sepultado desde 2006, quando faleceu em casa, nos seus braços, vítima de um aneurisma, logo após embalar e autografar uma porção de CDs promocionais que seriam enviados para algumas rádios do nordeste.