O Ministério Público Federal (MPF) em Rondonópolis/MT quer saber se criptografia usada pelo WhatsApp fere a Constituição Federal.
Recentemente o aplicativo anunciou que teria implantado a criptografia tipo “ponta-a-ponta”, a qual, segundo informado pela empresa, não permitiria qualquer tipo de interceptação por terceiros.
De acordo com o procurador da República Guilherme Rocha Göpfert, responsável pela investigação, “o direito a intimidade, tal como os demais direitos fundamentais previstos na Constituição Federal, não é revestido de caráter absoluto, de forma que não pode ser utilizado para ocultar práticas criminosas”.
