Descontando atletas amadores e de menor nível técnico, pelo menos 12 esportistas brasileiros com chances reais de estarem nos Jogos Olímpicos do Rio-2016 foram flagrados em exames antidoping em 2015. O caso mais recente é de Sueli Pereira, melhor brasileira da última edição da Corrida Internacional de São Silvestre, que teve resultado adverso para o hormônio sintético EPO. Duas semanas depois, em 10 de janeiro, ela voltou a testar positivo durante a Corrida de Reis, em Cuiabá.

De acordo com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), atualmente 12 brasileiros cumprem suspensão por doping, sendo dois deles atletas que estão inelegíveis para toda a vida. A maioria dos esportistas desta lista, entretanto, participa somente de corridas de ruas e não tentavam vaga na Olimpíada.