BBluA51A carreira meteórica da brasileira Bethe Correia no MMA diz muito sobre sua personalidade. Ao mesmo tempo em que o início da prática esportiva transformou sua pacata vida de contadora, o estilo agressivo – dentro e principalmente fora do octógono -, acelerou sua caminhada no esporte e a colocou diante de desafios cada vez maiores, mas nunca negados.

A audácia da paraibana foi tamanha que foram precisos apenas três anos para que a lutadora saísse do anonimato de sua estreia como profissional no evento Fisrt Fight e chegasse a disputar o cinturão do UFC contra a melhor atleta do mundo, a judoca Ronda Rousey. Uma história perfeita para um roteiro de cinema no caso da vitória, mas também um prato cheio para os críticos.

Derrotada em 34 segundos no evento principal da sétima edição promovida pelo UFC na cidade do Rio de Janeiro, Bethe passou a ser alvo até mesmo em mídias sociais, palco das maiores demonstrações de selvageria gratuita – e por vezes anônima – que se tem notícia. Nada, porém, que pareça ter abalado as estruturas da pupila dos ‘Irmãos Pitbull’.

Em conversa exclusiva com a reportagem da Ag. Fight, Bethe não titubeou em falar sobre nenhum dos assuntos que fizeram parte da atmosfera polêmica que envolveu seu confronto com a campeã peso-galo (61 kg) do UFC, com quem garantiu que ter um rivalidade eterna.