Com predominância de cidades das regiões Nordeste e Norte, o preço da cesta básica calculado pelo Dieese subiu em outubro em nove de 17 capitais pesquisadas. As maiores altas foram apuradas em Recife (4,49%), Manaus (3,61%), Fortaleza (2,54%), Natal (2,45%) e Salvador (2,43%). Dos municípios com queda, os destaque foram Florianópolis (-9,04%), Brasília (-3,66%) e Vitória (-2,29%).
A cesta mais cara voltou a ser a de São Paulo, após três meses: R$ 311,55.
Com base na de maior valor, o salário mínimo necessário para suprir as necessidades básicas de uma família foi calculado em R$ 2.617,33, o correspondente a 4,21 vezes o mínimo oficial (R$ 622). Essa proporção era equivalente em setembro e 4,28 vezes em outubro do ano passado.
Para adquirir os produtos essenciais, o trabalhador que recebe salário mínimo precisou cumprir jornada média de 95 horas e um minuto, período próximo ao de setembro (95 horas e 12 minutos) e maior ao de outubro de 2011 (94 horas e quatro minutos).
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