08 maio 2012
 Por 
Blog do Seridó
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11:53min. 
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Confira as primeiras declarações da Delegada Sheila Freitas sobre a morte de F. Gomes

A delegada Sheilla Freitas começou sua entrevista ressaltando que ouve quebra de sigilo no início das invetigações. Ela ainda disse que a morte de F. Gomes não foi pessoal, foi formado um consorcio para fazer o pagamento. Sobre o pagamento, Sheilla disse que o pastor deu R$ 3 mil para Dão, pessoa que ela definiu como frio e passivo, capaz de matar qualquer um facilmente. Um Jet Sky do tenente-coronel Moreiro foi vendido e R$ 7 mil desse pagamento seria também depositado na conta do assassino.

Dão recebeu um celular do grupo mandante para se comunicar com os mesmos que o ajudariam na fuga.

Após a morte, várias ligações foram feitas dos 2 celulares, o seu particular e o usado para comunicação. Um telefone foi destruído por Dão, esse era usado pelo Pastor Gilson, inclusive com o chip que ainda era utilizado pelo pastor e também pelo seu sócio, Lailson.

Dão fez contato com seu advogado, Rivaldo, antes e depois do crime.

Os encontros do grupo mandante, aconteciam próximo a casa do polícial Evandro, que era encarregado de esconder a arma do crime e ajudar na troca de roupas de Dão.

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