Assim como foi vendida, a defesa de título dos penas no UFC 156 foi uma superluta. Depois de ter começado muito bem no combate, José Aldo levou alguns sustos e fez uma luta dura. Mesmo assim, venceu por pontos Frankie Edgar, em decisão unânime dos juízes (49-46, 49-46 e 48-47), e defendeu o cinturão pela sexta vez, desde que o conquistou no WEC.
Com essa vitória, o manauara radicado no Rio de Janeiro segue invicto no UFC e dominando sem problemas sua categoria. Além da sexta defesa de cinturão, desde que ele o conquistou no extinto WEC, são 15 vitórias consecutivas na carreira. Não tem como negar que o brasileiro está entre os cinco melhores do mundo entre todas as categorias.
Apesar de não finalizar Jon Fitch, o brasileiro Demian Maia deu uma aula de luta no solo e não deu nenhuma chance ao americano. Com isso, levou a melhor na decisão unânime dos juízes sob gritos de “jiu-jitsu” da torcida brasileira presente na Mandalay Bay Arena, em Las Vegas.
AJá o potiguar o Gleison Tibau, foi derrotado por decisão dividida pelo americano Evan Dunham. Outro destaque ficou por conta do nocaute impressionante de Tyron Woodley e pela arbitragem de Kim Winslow durante o encontro de Bobby Green com Jacob Volkmann, que provocou críticas duras até do presidente do UFC, Dana White.
Mas o grande resultado da noite foi a luta entre o holandês Alistair Overeem e o paraibano Antonio Pezão. Retornando ao UFC após um ano de suspensão por doping, Overeem dava a entender que voltaria com tudo no objetivo de conquistar o título dos pesos-pesados. Falastrão e provocador ele não resistiu no entanto ao brasileiro. Depois de perder os dois primeiros rounds, Pezão acertou o braço e também o rosto do rival, que beijou a lona no terceiro round.