14 set 2010
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Blog do Seridó
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13:37min. 
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Pesquisa Sensus mostra Dilma com 50,5% contra 26,4% de Serra

Pesquisa do Instituto Sensus, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e divulgada hoje, mostra a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, com 50,5% das intenções de voto, 24,1 pontos percentuais à frente do candidato do PSDB, José Serra, que tem 26,4%. Marina Silva (PV) aparece com 8,9%.

Entre 10 e 12 de setembro, foram ouvidos 2 mil entrevistados em 136 municípios de 24 estados.

A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Na última rodada, divulgada em 24 de agosto, Dilma tinha 46% contra 28,1% de Serra e Marina, 8,1%.

Entre os demais candidatos, Zé Maria (PSTU) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) aparecem empatados, com 0,6%.

Eymael (PSDC) tem 0,2% e Rui Pimenta (PCO), 0,1%. Levy Fidelix (PRTB) e Ivan Pinheiro (PCB) não pontuaram.

Brancos e nulos somaram 3,5% e os entrevistados que não souberam ou não responderam totalizaram 9,1%.

Em um eventual segundo turno pesquisado pelo Instituto Sensus entre Dilma e Serra, a petista venceria com 55,5%.

Serra teria 32,9% das intenções de votos.

Não houve simulação de segundo turno envolvendo a candidata do PV, Marina Silva.

A pesquisa realizada pelo Instituto Sensus já mediu a repercussão do caso da quebra de sigilos fiscais de integrantes do PSDB e de familiares do candidato José Serra.

As recentes denúncias de tráfico de influência no governo envolvendo a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, não foram repercutidas no levantamento.

Segundo o presidente da CNT, Clésio Andrade, os ataques proferidos por Serra contra a campanha petista no programa eleitoral de TV e rádio fizeram aumentar a rejeição do tucano para 41,3%.

Em 24 de agosto, a rejeição de Serra era de 40,7%.

A rejeição de Dilma ficou em 29,4% dos entrevistados e de Marina, em 45%.

Em agosto, a petista tinha 28,9% e a candidata do PV, 47,9%. A rejeição superior a 40%, segundo o Instituto Sensus, já inviabiliza a eleição do candidato.

No caso de Marina, a alta rejeição é explicada pelo diretor do instituto, Ricardo Guedes, pelo conteúdo das propostas da candidata: “É a falta de consistência política nas propostas dela.”

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